Mostrando postagens com marcador telejornalismo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador telejornalismo. Mostrar todas as postagens

11 abril 2008

Caso Isabella x Record

Um sensacionalismo exacerbado!

A cobertura do jornalismo da TV Record da morte da criança Isabella, recentemente na capital 
paulista, é algo que justifica o adjetivo "sensacionalismo". 

No Hoje em Dia (foto) pela manhã, as chamadas de Britto Junior para matérias ao vivo com repórteres despreparados que, em muitos casos, entram "ao vivo" para dizer que nada aconteceu de novo.

Sem falar que a emissora, claramente, condenou o pai e a madrasta de Isabella por sua morte.
E o sensacionalismo da Record não fica somente nas entradas ao vivo dos repórteres. Frases de efeito de Britto Junior ou dos apresentadores de plantão, aliado a músicas de fundo que mais parecem os filmes de horror de 3ª categoria da indústria cinematográfica.

É lamentável que esse tipo de jornalismo predomine nas emissoras de televisão.

09 novembro 2007

Jornais e TVs do Rio Grande do Norte erram em notícia sobre ação das marés


Os jornais e emissoras de TV do Rio Grande do Norte deram destaque, nesta semana, sobre a ação das marés no litoral potiguar. Nos últimos meses, o movimento das marés provocou a destruição de inúmeros imóveis construídos nas praias do estado.

Os telejornais e matérias dos jornais impressos atribuíram a situação ao desequilíbrio dos fatos naturais por causa do aquecimento global. Segundo a mídia do potiguar, o nível dos oceanos aumentou em torno de 10 cm, conforme reportagem veiculada pela Inter TV Cabugi. Que o nível dos oceanos aumentou em conseqüência da ação do homem sobre a natureza, não há dúvidas. No caso da destruição dos imóveis no litoral do Rio Grande do Norte e de outros estados do Brasil, como na cidade de Itapoá em Santa Catarina, muito se deve a ganância do homem, como diz o ditado "quem pode mais, chora menos", em construir sobre a praia. Boa parte das praias do Rio Grande do Norte e de outros estados foram invadidas pelos "donos do mar", em ação de privatização da área pública do litoral. As matérias da mídia potiguar não mostra que foi a ação do homem, ao invadir as praias, que provocou essa destruição.

Há legislação federal que determina distância mínima para construções no litoral, é a chamada "área de marinha". Para a maioria dos proprietários de imóveis do litoral, essa lei não existe e o poder público não tem competência para fiscalizar. Se o governo não regulamente as construções nas praias brasileiras, a natureza se encarrega disso.

O ciclo das marés simplesmente cobra sua área de volta. A natureza é implacável e agora quer a devolução das áreas invadidas pelo homem.

------------------------------------------
Nota sobre as fotos:
As duas fotos são do mesmo imóvel na praia de Camurupim (RN), a primeira é recente - outubro de 2007. A segunda é de novembro de 2006. Pelas imagens se pode avaliar bem o trabalho da natureza, do ciclo das marés!

20 setembro 2007

Telejornal da Cabugi mostra parcialidade da edição


No telejornal RN TV 1ª edição de hoje a Inter TV Cabugi mostrou claramente a parcialidade do noticiário para atender os interesses da emissora e não o interesse social.
O telejornal começou com uma nota seca, ou seja, com apresentação apenas do âncora, sem qualquer imagem, sobre a greve dos funcionários dos Correios. A greve que prejudica centenas de pessoas, que não recebem suas correspondências, suas contas e uma infinidade de documentos mereceu apenas algumas linhas do jornal, enquanto - a matéria seguinte - o "ação global" teve mais de 3 minutos de "reportagem"(isso não é bem reportagem, é mais uma publicidade da emissora e da Globo), com imagens, entrevistas e tudo o que pede uma matéria de telejornal decentemente.

Com exceção de uma matéria sobre o banco de sangue e sobre uma ação de voluntários em Candelária (bairro de Natal), a edição de 20 de setembro foi de matérias frias e sem qualquer relevância. Para a emissora a principal matéria e a que teve mais tempo no ar foi, sem dúvida, a "ação global".

Fatos como esse, demonstram claramente a parcialidade e os interesses empresariais sobre o "espírito do jornalismo", como isenção, interesse social, responsabilidade, credibilidade.