18 junho 2007

Turismo de inverno em Natal nestes dias

Turista que vier a Natal nestes dias vai experimentar um turismo de inverno. Há três dias chove de forma intermitente. Devido ao constante tempo encoberto, a temperatura cai e fica em torno de 24º C, o que para o natalense é considerado frio, pleno inverno. Essa temperatura aliado ao vento permanente, característica da cidade, provoca sensação térmica entre 18 e 21ºC. Nenhuma das atrações litorâneas, tropicais, ou melhor, equatoriais podem ser usufruídas, há chuva constante. A Cidade do Sol tem seus dias de nublado, chuva e sensação térmica de frio, pelo menos para os natalenses.
Veja as imagens:

15 junho 2007

Enya enfeitiça e seduz

11 junho 2007

Cresce demanda no transporte aéreo no Brasil

O acidente com o avião da Gol não foi prejudicial para as empresas aéreas como era esperado. A demanda de passageiros cresce diariamente. Os aeroportos se transformaram em locais com uma grande massa de pessoas em trânsito. O que caiu sim, foi a qualidade do serviço prestado. Com uma demanda de passageiros de baixo e médio poder aquisitivo, as empresas, de uma forma generalizada, não têm os mesmo tratamento e baixaram a qualidade do serviço.

Os vôos transitam lotados, as promoções causaram o inchaço do número de passageiros transportados, sem uma melhoria de qualidade no serviço. As empresas brasileira não podem reclamar da demanda. A reclamação é pela abertura de novos editais de serviço para que mais empresas atuem nesse setor.

10 junho 2007

Ainda o caos no transporte aéreo no Brasil

Há muitas situações que determinam o caos no transporte aéreo no Brasil. Houve o acidente do avião da Gol, depois as operações "padrão" de controladores e em seguida da Polícia Federal. Na última semana até a natureza está contra o tráfego aéreo: muitos anos se passaram, muitas neblinas ocorreram sem que houvesse suspensão do tráfego no aeroporto de Cumbica, em São Paulo. Estranhamente, depois do episódio com o avião da Gol, qualquer motivo é determinante para o fechamento dos aeroportos. E não obstante aos constantes atrasos, estresses de passageiros - na madrugada deste domingo, 10 de junho, houve reação popular no balcão da TAM em Cumbica - as empresas, também de forma muito estranha, não buscam minimizar os problemas da "natureza" ou de qualquer outro tipo.
O oligopólio do transporte aéreo no Brasil provoca uma situação de total controle por parte das empresas. No final das contas, elas que determinam e ampliam o caos instalado. As aeronaves estão em constantes atrasos e não há qualquer atitude para resolver o problema.
Passageiro! Prepare-se para "julho"!
Consideramos essa situação um desrespeito para com a massa de passageiros que, finalmente, tem acesso ao transporte aéreo. Foi o tempo que avião era coisa de "rico".

Caos nos aeroportos brasileiros

Cumbica, São Paulo ainda apresenta situação caótica na manhã deste domingo, 10 de junho. Há dezenas de atrasos, os passageiros enfrentam extensas filas para a sala de embarque e para o raio X. Muitas famílias, principalmente crianças, apresentam situação de incomodo devido a longa espera pelos vôos que continuam muito atrasados.
As férias escolares de julho, mesmo que pequena, se aproxima e será novo caos nos aeroportos de todo país. A malha aérea não tem condições de suportar a demanda atual de passageiros, assim como funcionários e estruturas de aeroportos. Exemplo dessa situação está nos equipamentos de raio X que provocam enormes filas e consequentemente atrasos nas partidas.

01 junho 2007

Transporte aéreo no Brasil entre o caos e o desleixo

O perfil dos usuários de transporte aéreo mudou nos últimos anos. As salas de embarque possuem outro ritmo. Com as inúmeras promoções de passagens aéreas, finalmente a população tem acesso ao transporte aéreo. Num país de dimensões continentais como o Brasil, o aumenta da demanda de passageiros é fato natural. No outro lado da questão está o oligopólio das empresas que prestam o serviço e o descaso governamental nos terminais aeroportuários.
O aeroporto de Natal, por exemplo, não tem manutenção há vários meses. Sanitários e outras instalações estão sem limpeza e muito deterioradas. Essa situação, por si, revela o atendimento dado pela Infraero aos novos usuários. Aos poucos os aeroportos estão se transformando nos velhos, mal-cheirosos e decadentes terminais rodoviários. Será que o novo usuário do transporte aéreo merece isso? Até mesmo as aeronaves, cujas companhias possuem uma frota muito envelhecida, resultado do aluguel de sucata norte-americana, estão com sua configuração alterada para pior. As poltronas chegam a bater no rosto do passageiro atrás e os corredores não oferecem espaço para o trânsito regular e cômodo do passageiro.
O aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, se transformou numa grande feira livre. O comércio se espalha pelos locais de embargue.
Tudo isso está a transformar o transporte aéreo num martírio para novos e velhos usuários.

11 maio 2007

Unificar as ações das entidades do campo do Jornalismo é fundamental

Entrevistas da Fenaj

A Universidade Federal de Goiás sediou, no final de abril, o 10º Encontro Nacional de de Professores de Jornalismo. E esta coletiva da FENAJ é dedicada à reflexão sobre temas que stiveram presentes nos debates do evento promovido pelo Fórum Nacional de Professores de Jornalismo (FNPJ). Nosso convidado é Gerson Luiz Martins, doutor em jornalismo pela ECA/USP, professor da UFRN e presidente do FNPJ (http://www.fnpj.org.br/). Além de um balanço do Encontro, Gerson é taxativo em afirmar que as lutas dos jornalistas só terão bom termo com a ação conjunta das entidades do campo do Jornalismo.
E – FENAJ - Precedendo a abertura do 10º ENPJ, a FENAJ realizou seu VI Pré-Fórum com o tema “Formação superior em jornalismo: obstáculo ou garantia de acesso democrático aos meios de comunicação?”. Tal debate é fundamental num período em que entidades do campo do Jornalismo desenvolvem uma campanha em defesa do diploma. O argumento central daqueles que combatem este pré-requisito para o exercício da profissão é de que ele fere as liberdades de expressão e de imprensa. Isto se justifica? Como o FNPJ pretende intervir neste debate, uma vez que há grande expectativa de que o Supremo Tribunal Federal se posione sobre a questão?
Gerson Martins – O argumento não procede. Somente com uma informação jornalística de qualidade, ou seja, que os profissionais sejam preparados na educação superior em jornalismo é que teremos uma verdadeira democratização da comunicação e que “voz” e “letra” seja disponibilizada para todos. Não há liberdade de imprensa e liberdade de expressão quando a produção da informação está comprometida, em todos os aspectos, sem uma adequada qualificação dos autores, produtores e consumidores. O FNPJ desde sempre defende a formação superior em jornalismo como a única forma de democratizar a informação jornalística e, consequentemente, democratizar o acesso à informação pela sociedade, pela população. Em termos específicos, o FNPJ, aliado a Fenaj e a SBPJor vai envidar esforços para que o STF se pronuncie democraticamente e confirme a necessidade da formação superior em jornalismo para o exercício profissional.
E – FENAJ – Em julho o “Programa Nacional de Estímulo à Qualidade da Formação em Jornalismo” da FENAJ completa 10 anos. Qual a sua avaliação sobre o conteúdo e a importância desta contribuição para o ensino da profissão?
Gerson Martins – O programa é um marco para a qualificação do ensino de jornalismo no Brasil. Infelizmente o mesmo é de conhecimento de poucos e, portanto, não se aplica na maioria dos cursos de jornalismo. Há necessidade premente das entidades do campo do jornalismo – Fenaj, FNPJ e SBPJor – realizarem esforços conjuntos para que o Programa seja de fato implementado. É importante destacar que Fenaj, FNPJ e SBPJor não se resumem às suas diretorias, mas diz respeito a todos os seus associados e simpatizantes. Deve ser realizado um esforço coletivo de professores, profissionais e pesquisadores para implementar o Programa.
E – FENAJ - Vilson Vieira Junior, de Serra (ES), recém formado em Jornalismo pela UFES, tece considerações sobre as mudanças na produção, conteúdo e acesso a informação provocadas por novas tecnologias como a internet, convergência de mídias e telefonia. E pergunta: quais perspectivas podem ser vislumbradas acerca do papel do jornalista como produtor e gestor de informação num futuro breve? A profissão do jornalista estaria ameaçada pelas possibilidades de produção de conteúdo informativo trazidas pela internet a qualquer cidadão? Vilson questiona, também, até que ponto bandeiras de luta pela "formação específica e de qualidade" em Jornalismo, bem como a exigência do diploma para o exercício da profissão de jornalista podem ser vistas como válidas e essências para a qualidade da informação jornalística, uma vez que o Brasil é um dos países onde a concentração dos meios de comunicação acontece da maneira mais acentuada e criminosa em todo o mundo? Não seria a ausência de democracia na imprensa brasileira um fator determinante para a baixa qualidade da informação presenciada por todos atualmente?
Gerson Martins – É uma questão complexa a levantada pelo Vilson, há inúmeros questionamentos numa mesma pergunta. Entendo que o avanço tecnológico ratifica a importância do profissional do jornalismo. Inserir uma informação na rede não é a mesma coisa, definitivamente, que produzir uma informação. E é isso que diferencia o trabalho do jornalista em relação aos blogueiros generalistas e aos produtores de textos. A produção jornalística requer pesquisa, investigação, apuração, edição do material. Não é simplesmente sentar frente ao computador e digitar as idéias!De outro lado, sem dúvida, que a ausência de uma democracia social e principalmente na educação superior é um impeditivo para a desejada disseminação da informação e do conhecimento, assim como determina a situação atual de precariedade desta informação. Ainda estamos longe de um democratização de acesso a informação, que apesar de facilitada pelas novas tecnologias ainda mantém a população como receptor passivo. Isso começa a mudar, mas é em longo prazo.
E – FENAJ – Lourdes de Souza, de São Paulo, registra que na programação do 10º ENPJ constou um painel sobre Pós-Graduação Stricto-sensu e a formação do professor de Jornalismo e soube que está em vias de ser aprovado o primeiro curso de Mestrado específico em Jornalismo do país. Ela pergunta se isto é verdade e como pode obter informações mais detalhadas sobre tal curso.
Gerson Martins – Lourdes, a informação é verdadeira. Você poderá obter informações com o coordenador do curso, professor Dr. Eduardo Meditsch, ainda pelo sítio web do Curso de Jornalismo da UFSC (http://www.jornalismo.ufsc.br/) e também por meio de notas publicadas no sitio web do FNPJ (http://www.fnpj.org.br/) e do projeto Jornalismo de minha autoria em http://www.gersonmartins.jor.br/.
E – FENAJ – A preocupação com a criação desenfreada de cursos de Jornalismo – principalmente particulares – no país foi encaminhada por Luiz Carlos de Oliveira, de Belo Horizonte. Ele pergunta: isto não colabora para a “mercantilização” e rebaixamento da qualidade do ensino profissional? E quer saber, também, qual o posicionamento do MEC sobre a proposta encaminhada pelo FNPJ e FENAJ de suspensão da criação destes cursos para uma avaliação mais criteriosa sobre as condições de seu efetivo funcionamento?
Gerson Martins – A proliferação de cursos de jornalismo é uma realidade, infelizmente. Contudo o quadro começa a mudar. Temos conhecimento que alguns cursos de Jornalismo foram fechados e outros estão ameaçados. Isso se deve exatamente a proliferação e, decisivamente, a falta de demanda para os cursos. Nenhuma instituição privada de ensino pode suportar os altos custos para manter cursos deficitários. A proposta encaminhada pelo FNPJ e Fenaj para suspender os cursos não teve ressonância no MEC. Há uma política clara, do governo federal, para ampliar as vagas no ensino superior. No governo FHC foi por meio da criação de centenas de IES privadas, no governo atual será, e se tem determinação para isso, a ampliação de vagas também nas IFES, universidades federais. Muitas IFES programaram para o próximo ano o aumento no número de cursos e a ampliação da oferta de vagas. O Ministério da Educação destacou, num encontro que tivemos em Brasília, que se quiséssemos avaliar os cursos de jornalismo, deveríamos criar um sistema autônomo de avaliação. E vamos fazer isso! A exemplo de outros países, as próprias escolas reivindicam um sistema autônomo, neutro em relação ao processo de avaliação oficial. É uma certificação dos cursos, muito necessária para todos.
E – FENAJ – Vanessa Silva lembra que no mercado de trabalho para jornalistas, hoje, um dos principais espaços é em assessoria de imprensa. Mas considera que o currículo dos cursos de Jornalismo não dá a devida atenção para esta área. Ela pergunta: o FNPJ tem propostas sobre isso? Quer saber, também, como regulamentar o estágio acadêmico para que ele seja um efetivo espaço de formação para os estudantes e não um instrumento de aviltamento da profissão?
Gerson Martins – Nesta entrevista da Fenaj temos várias questões em cada pergunta. A pergunta da Vanessa é mais um exemplo. As estruturas curriculares dos cursos de jornalismo devem, preferencialmente, atender as demandas e as características regionais. Os cursos, hoje, têm autonomia para organizar essas estruturas. Se houver uma boa demanda para a área de assessoria de comunicação ou assessoria de imprensa, os dirigentes dos cursos devem ter a sensibilidade para isso e organizar o currículo de modo a atender essa característica. O FNPJ não pode interferir nas estruturas curriculares e tampouco na gerência dos cursos. Quanto ao estágio, estamos em processo de regulamentação. Várias escolas possuem um regulamento de estágio, como exemplo de cidades em que o estágio está regulamentado temos São Paulo, Joinville, Florianópolis e várias outras. Em Natal, a UFRN vai implantar a regulamentação do estágio nos próximos meses. Projeto nesse sentido foi concluído e deverá, em breve, ser aprovado pelo colegiado do Curso.
E – FENAJ – Valci Zuculoto, diretora da FENAJ e do FNPJ, registra que nos momentos em que entidades do campo do Jornalismo, como FENAJ, FNPJ e SBPJor, tiveram uma atuação conjunta, os resultados foram positivos. Ela cita como exemplos as intervenções sobre o debate da Reforma Universitária, da tabela da CAPES e mesmo na luta em defesa do diploma. Ela pede uma avaliação sua sobre esta intervenção conjunta. E pergunta: que outras ações conjuntas podem ser desenvolvidas para fortalecer o campo do Jornalismo?
Gerson Martins – Sem dúvida alguma, quando as entidades do campo atuam conjuntamente temos uma força de trabalho. Acredito firmemente que muitas das nossas lutas só terão bom termo com o trabalho conjunto das entidades. A diretoria do FNPJ propôs, por ocasião do 10º Encontro Nacional de Professores de Jornalismo, uma atuação conjunta do FNPJ, Fenaj e SBPJor para a revisão das diretrizes curriculares da área de comunicação, como uma forma mais imediata e eficaz para resolver o problema da ineficácia do sistema de avaliação atual do governo, batizado de Sinaes. Entendo que as entidades devem centrar poder de atuação na questão da avaliação dos cursos de jornalismo, precisamos ter instrumentos de avaliação específicos, além de criarmos, em conjunto, um sistema de avaliação autônomo, uma certificação para os bons cursos de Jornalismo. Outra frente de trabalho está na garantia da exigência do “diploma” para o exercício profissional em jornalismo. Coloco entre aspas, pois não se trata apenas de um papel, mas a palavra enseja um significado mais amplo, quer dizer “educação superior em jornalismo”. Também devemos atuar na consolidação da pesquisa e da ciência do jornalismo. Temos um acumulo significativo de pesquisa em jornalismo, comparável aos países do primeiro mundo. Em nada devemos para eles. A SBPJor edita uma revista, em inglês, com trabalhos dos pesquisadores brasileiros. Esse formato facilita a introdução desses textos no cenário mundial da ciência e do conhecimento.
E – FENAJ – Quais as principais resoluções e que balanço você faz do 10º ENPJ, realizado em Goiânia, de 27 a 30 de abril?
Gerson Martins – Conclusão geral e opinião de muitos: o 10º Encontro Nacional de Professores de Jornalismo (ENPJ) foi um dos melhores encontros realizados pelo FNPJ, senão o melhor. A programação, apesar de extensa, competentemente organizada pelo Diretor Científico da entidade, professor Edson Spenthof (UFG), atendeu aos anseios dos professores de jornalismo. Tivemos uma excelente participação dos Coordenadores de Curso de Jornalismo na reunião convocada. Nos painéis sobre o Estágio em Jornalismo, Pós-Graduação Stricto-Sensu em Jornalismo, Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior, além do Pré-Fórum da Fenaj houve grande participação dos docentes e estudantes, o que demonstrou o acerto do perfil da programação, que até o 9º ENPJ privilegiava os Grupos de Trabalho (GT’s).Entre as principais resoluções, posso destacar a criação de uma Comissão parar fazer a revisão das Diretrizes Curriculares da área de Comunicação, com uma proposta de se criar diretrizes específicas para Jornalismo; também a criação de uma Comissão para fazer um estudo do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior – Sinaes e propor instrumentos específicos para avaliação dos Cursos de Jornalismo e ainda a proposta, sob a coordenação do Diretor Científico do FNPJ, Edson Spenthof, de se estabelecer um Programa de Regulamentação do Estágio em Jornalismo.
Quero destacar a parceria do FNPJ e da Fenaj com o lançamento do Prêmio Daniel Herz de Jornalismo. Foi a concretização de uma proposta lançada pela diretoria do FNPJ por ocasião do falecimento desse valoroso companheiro. É, sem dúvida, uma forma de perpetuar a memória do Daniel Herz e valorizar uma vida dedicada ao Jornalismo e ao ensino de Jornalismo.

Sob pressão das redes de TV, governo prepara golpe contra os jornalistas


A Federação Nacional dos Jornalistas - Fenaj divulgou nota sobre nova ofensiva do Governo Federal contra os profissionais jornalistas. Leia a íntegra da nota abaixo:

Nota Oficial

Sob pressão das redes de TV, governo prepara mais um golpe contra os jornalistas
Dois interlocutores diferentes do governo, o ministro Walfrido dos Mares Guia e o senador Romero Jucá, declararam ontem, 09/05, que está em gestação uma proposta que dará um “tratamento diferenciado” para as empresas prestadoras de serviços formadas por jornalistas, radialistas e artistas no texto do projeto de lei enviado ao Congresso Nacional para substituir a nefasta emenda 3, vetada pelo presidente Lula. Essa emenda foi incluída na lei que criou a Super-Receita pelo ex-senador Ney Suassuna, a pedido dos empresários, em especial das redes de televisão, para fraudar as relações de emprego.
Se não fosse vetada, os auditores fiscais estariam proibidos de multar e até desconstituir as empresas, se julgassem que o contrato de prestação de serviços apenas disfarçava uma relação de emprego. O trabalhador é forçado a se tornar pessoa jurídica (PJ) e a emitir nota fiscal, como se fosse uma empresa. Deixa de receber 13º, férias remuneradas, FGTS, vale-transporte, vale-refeição, assistência médica e aposentadoria. Pela emenda 3, só a Justiça do Trabalho poderia interferir no contrato e nas operações do profissional constituído como pessoa jurídica.
Se confirmadas as declarações dos líderes governistas, significa mais um violento ataque à organização da nossa categoria e aos direitos dos trabalhadores brasileiros. Essa proposta além de expropriar direitos trabalhistas, desfalca a receita e a previdência social e legitima a fraude nos contratos de trabalho.
Estranha especialmente à Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ), tais declarações, porque contradizem posição manifestada pelo ministro Guido Mantega e pelo Secretário da Receita Federal, Jorge Rachid, em audiência com a Federação e diversos presidentes de Sindicatos de Jornalistas, no último dia 04 de abril. O governo não pode, mais uma vez, humilhar-se e submeter-se à pressão e às vontades de um punhado de empresários que controlam meia dúzia de redes de televisão.
A FENAJ denuncia essa clara tentativa de dividir os trabalhadores e conclama toda a categoria a repudiar mais esse atentado à profissão e a participar ativamente das manifestações organizadas pelos Sindicatos, pela CUT e dezenas de outras entidades e movimentos sociais que lutam contra a derrubada do veto presidencial. Precisamos enfrentar o lobby dos donos da mídia que mais uma vez age para desorganizar os jornalistas e furtar direitos dos trabalhadores brasileiros. A nossa precarização é desinformação da sociedade.
Brasília, 10 de maio de 2007.
Diretoria da FENAJ

04 maio 2007

Professores da UEPG rejeitam proposta do governo e aprovam indicativo de greve


Após uma década de perdas salariais acumuladas os professores da Universidade Estadual de Ponta Grossa, repudiaram a proposta de reajuste de 6,57% proposto pelo governo do Estado do Paraná que, no entendimento dos professores, ilustra a política de desvalorização e a crescente precarização do trabalho docente nas universidades paranaenses.
Além do vergonhoso índice de reajuste que impõe aos professores uma pena progressiva de perdas salariais, os docentes vivem uma contínua deterioração das condições de trabalho. Por causa disso, só nos últimos quatro anos, cerca de 500 mestres e doutores abandonaram o estado do Paraná para buscar condições melhores em outros estados.
Nos últimos dez anos houve um grande aumento do número de alunos sem a correspondente contratação de professores e funcionários. O resultado é preocupante: alunos sem aulas, contratação generalizada de professores temporários, departamentos sem funcionários e sobrecarga de tarefas burocráticas para os professores efetivos. Assim, ocorre um aumento contínuo da intensificação do trabalho e de extensão da jornada diária do trabalho docente.
A quem interessa tal degradação da educação superior no Paraná? Esta situação provoca descontentamento, doença, sofrimento, conflitos de toda ordem no cotidiano do professor. Ainda assim, os professores não são os maiores prejudicados, há um custo social incalculável. Quem mais perde com tudo isso são as famílias paranaenses que tanto lutam por uma formação de qualidade para seus filhos e pelo verdadeiro desenvolvimento do Paraná.
A precarização do trabalho dos docentes prejudica a qualidade das aulas e a produção científica e isso afeta toda a sociedade. Mais do que denunciar a grave situação em que se encontram as universidades paranaenses, os professores querem um compromisso por parte do Governo do Estado do Paraná para solucionar a defasagem salarial, o financiamento da pesquisa, a melhoria da estrutura universitária e a qualidade do ensino superior no estado.
Por isso, é importante o apoio da população, das entidades sociais, representantes parlamentares e de todos os contribuintes que acreditam no potencial e na contribuição das nossas Universidades Públicas! O indicativo de greve, aprovado pela Assembléia dos Professores da UEPG no último dia 2 de maio, é uma resposta à política do Governo do Estado.

Por Sergio Gadini

03 maio 2007

TAM diminui conforto do passageiro


Na surdina a TAM diminuiu o espaço entre as poltronas nas principais aeronaves da empresa. Nos A-319 e A-320 o espaço entre as poltronas não permite mais o uso de notebooks. Quando o passageiro na sua frente reclina a poltrona, o que fica na poltrona de trás terá que, literalmente, cheirar a cabeça do colega da frente, isso não ter seu nariz achatado pela poltrona.

Não interessa o conforto do passageiro. Interessa faturar mais. E é isso o que a TAM está a fazer.

14 abril 2007

Contrabando e ilegalidade nas barbas do governo e dos empresários


O comércio ilegal de produtos importados invade o país. Ele está nas barbas do governo federal em Brasília, onde está localizado uma grande feira, a chamada "feira do paraguai". O espaço foi "regulamentado" pelo governo do Distrito Federal que criou uma estrutura de prédio, instalações elétricas, hidráulicas, de telefonia para que os comerciantes pudessem vender o produto de contrabando. O mesmo governo que apreende mercadorias em vários estados, que "fiscaliza" a ponte da amizade em Foz do Iguaçu, não coibi e tampouco fiscaliza o comércio ilegal na feira.
Em São Paulo, em pleno coração financeiro do país, na avenida Paulista e ao lado do ícone do empresariado brasileiro, a Fiesp, estão inúmeros "shopping's" que comercializam produtos importados, contrabandeados. Os negociantes, "lojistas" não fornecem nota fiscal e tampouco declaram rendimentos. É impressionante a quantidade de "shopping's" de produtos importados na avenida Paulista. Um após o outro.
Bom para o consumidor. Tem produtos importados, nem sempre de boa origem ou de origem duvidosa, a preços muito acessíveis. O consumidor paulistano, e muitos brasileiros em passagem por São Paulo, conseguem adquirir produtos da elite a preços, literalmente, de banana, em gênero e qualidade.

01 abril 2007

Jornal impresso vai morrer



O jornal impresso está fadado ao falecimento. O jornalão se tornou desconfortável para informação. Muitos deixam as mãos do leitor toda manchada de tinta, a leitura é também desconfortável por causa do tamanho standard. Impossível ler num local com um pouco de vento. O noticiário sofre pela qualidade sofrível dos textos e por erros de digitação.

Neste domingo peguei a Tribuna do Norte que, mais uma vez, inovou sua apresentação gráfica. A capa do jornal agora trabalha melhor com os recursos de imagem e locação de textos. Contudo ainda peca por não identificar o repórter nas matérias. O leitor não sabe quem escreveu aquela matéria. A reforma gráfica ainda mantém um profusidade de fontes. No mínimo há três tipologias em cada página. Melhorou a formação do chamado "chapéu", mas o título tem uma fonte pesada. De todos os cadernos, na edição de domingo, 4 (quatro) são para classificados. O leitor compra o jornal, suja as mãos de tinta, lê textos com problemas de digitação e ainda leva para casa um calhamaço do qual dispensa 50%. O jornal que no domingo custa R$ 2,50 (na semana custa R$ 1,50), acaba sendo caro pelo número de cadernos de classificados.

No ciberjornalismo nada há disso. Não suja as mãos, não tem custo monetário imediato e pode ser lido, hoje, em qualquer lugar (desde que você carregue um notebook em sua maleta). E mais, as notícias podem ser lidas na medida em que os fatos se desenvolvem.

O "jornalão" está com os dias contados!

31 março 2007

Departamento de Comunicação da UFRN submete projeto de mestrado à Capes


O Departamento de Comunicação da UFRN submeteu na última sexta-feira, 30 de março, para a Capes o projeto para criação do Mestrado em Comunicação. Conforme a professora Maria da Graça Coelho, foram quase 30 dias de intenso trabalho para ajustar todos os documentos conforme as normas da Capes.

Em 14 de novembro de 2006, a direção do Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes (CCHLA) da UFRN publicou a Portaria n° 076/2006 em que constitui a Comissão encarregada de apresentar relatório do Projeto de criação do Programa de Pós-Graduação stricto-sensu em Comunicação Social. A Comissão foi composta pelos professores Dra. Maria das Graças Pinto Coelho (presidente), Dr. Gerson Luiz Martins, Dr. Marcelo Bolshaw e Dra. Maria Érica de Oliveira Lima.

Depois de um trabalho intenso dos professores Marcelo Bolshaw, Adriano Gomes, Maria Érica Lima e Graça Pinto o projeto foi encaminhado ao Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão da UFRN, para ser encaminhado à Capes. A comissão vai aguardar agora o parecer da Capes que deverá ser emitido nos próximos meses.

10º ENPJ terá mesa sobre pós-graduação em jornalismo


A diretoria do Fórum Nacional de Professores de Jornalismo organizou, para o 10º Encontro Nacional de Professores de Jornalismo, uma sessão sobre a pós-graduação stricto-sensu em jornalismo. Participam da sessão representante do recém criado Mestrado em Jornalismo da UFSC, do Programa de Pós-Graduação em Comunciação da UnB e da Faculdade de Comunicação da UFG.

A proposta para realizar essa Sessão foi do professor do Curso de Jornalismo da UFSC, Dr. Eduardo Meditsch e tem como objetivo debater como a pós-graduação stricto-sensu contribui para a formação do professor de jornalismo. A sessão substitui o Painel 1 - Panorama ibero-americano do ensino de jornalismo devido a não confirmação dos convidados do painel e acontece no dia 28 de abril, às 10h30, na Faculdade de Educação da Universidade Federal de Goiás, em Goiânia.

Mais informações no sítio do FNPJ, no endereço: www.fnpj.org.br.

UFRN realiza 9ª Semana de Comunicação

O Departamento de Comunicação da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) realiza, entre os dias 9 e 13 de abril, a 9ª Semana de Comunicação. O evento terá a participação do professor Dr. José Marques de Melo que fará palestra com o tema “Folkcomunicação: da periferia ao ciberespaço”, no dia 12 de abril, quinta-feira, às 20h00, no auditório da FIERN. A palestra faz parte das comemorações dos 40 anos daFolkcomunicação, disciplina esboçada na tese de doutoramento de Luiz Beltrão, na Universidade de Brasília, em 1967. O evento também faz parte do Seminário Intercom’30, programação comemorativa dos 30 anos de fundação da Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação.

Na quarta-feira, 11 de abril, a 9ª Semana de Comunicação da UFRN terá a presença do professor Dr. Ciro Marcondes Filho, da Escola de Comunicações e Artes da USP. Na sexta-feira, 13 de abril, faz palestra o gerente de jornalismo da EPTV-Campinas, Duílio Fabri Júnior. Ele fala sobre “Televisão regional e convergência de mídias”.

Além das palestras o programa prevê a realização de diversas oficinas e ainda um encontro de estudantes de comunicação.

Confira a programação geral da 9ª Semana de Comunicação da UFRN:

Data: 09 de abril de 2007 (segunda-feira)

Manhã

Atividade: Oficina Direção de Programas de Televisão
Assunto: A função do diretor como líder de equipes e seu papel como
profissional multidisciplinar.
Coordenador: Prof. José Carlos Aronchi
Hora: das 10h00 às 11h00
Local: Auditório LabCom
Professor responsável: José Carlos Aronchi

Tarde

Atividade: Oficina – Jornalismo Online
Coordenador: Estella Dantas
Hora: das 14h00 às 16h00
Local:
Professor responsável: Gerson Martins

Atividade: Oficina – Rádio “Programa Toque de Rádio”
Coordenador: Francisco Júnior e Mônica
Hora: das 14h00 às 17h00
Local: Labcom
Professor responsável: Adriano Gomes

Noite:

Atividade: Oficina
Assunto: Roteiro para cinema
Coordenador: Felipe Carrodeguas
Hora: das 19h30 às 20h30
Local: Auditório Labcom
Professor responsável: Itamar Nobre

Data: 10 de abril de 2007 (terça-feira)

Manhã

Atividade: Oficina Direção de Programas de Televisão
Assunto: A função do diretor como líder de equipes e seu papel como
profissional multidisciplinar.
Coordenador: Prof. Aronchi
Hora: das 14h00 às 16h00
Local: Auditório LabCom
Professor responsável: Aronchi

Tarde

Atividade: Oficina – Jornalismo Online
Coordenador: Estella Dantas
Hora: das 14h00 às 16h00
Local:
Professor responsável: Gerson Martins

Atividade: Oficina – Rádio “Programa Toque de Rádio”
Coordenador: Francisco Júnior e Mônica
Hora: das 14h00 às 17h00
Local: Labcom
Professor responsável: Adriano Gomes

Noite

Atividade: Oficina
Assunto: Roteiro para cinema
Coordenador: Felipe Carrodeguas
Hora: das 19h30 às 20h30
Local: Auditório Labcom
Professor responsável: Itamar Nobre

Data: 11 de abril de 2007 (quarta-feira)

Manhã

Atividade: Oficina: “Expedição urbana. Técnicas etnográficas aplicadas ao Jornalismo”
Coordenador: Profa. Dra. Rose de Melo Rocha (ESPM/SP)
Hora: das 10h00 às 12h00
Local:
Professor responsável: Josimey Costa

Atividade: Oficina
Assunto: Roteiro para cinema
Coordenador: Felipe Carrodeguas
Hora: das 10h30 às 12h30
Local: Auditório Labcom
Professor responsável: Itamar Nobre

Tarde

Atividade: Oficina – Jornalismo Online
Coordenador: Estella Dantas (UnP)
Hora: das 10h00 às 12h00
Local:
Professor responsável: Gerson Martins

Atividade: Oficina – Rádio “Programa Toque de Rádio”
Coordenador: Francisco Júnior e Mônica
Hora: das 14h00 às 17h00
Local: Labcom
Professor responsável: Adriano Gomes

Atividade: Encontro dos Estudantes de Comunicação
Coordenador: Estudantes (Bruno Moura)
Hora: das 14h00 às 18h00
Local: Auditório do Labcom

Noite

Atividade: Palestra com Ciro Marcondes Filho (USP)
Tema:
Hora: 20h00 às 21h30
Local: Auditório Casa da Indústria
Professor Responsável: Josimey Costa

Data: 12 de abril de 2007 (quinta-feira)

Manhã

Atividade: Oficina: “Expedição urbana. Técnicas etnográficas aplicadas ao Jornalismo”
Coordenador: Profa. Dra. Rose de Melo Rocha (ESPM/SP)
Hora: das 10h00 às 12h00
Local:
Professor responsável: Josimey Costa

Atividade: Oficina
Assunto: Roteiro para cinema
Coordenador: Felipe Carrodeguas
Hora: das 10h30 às 12h00
Local: Auditório Labcom
Professor responsável: Itamar Nobre

Tarde:

Atividade: Oficina – Jornalismo Online
Coordenador: Estella Dantas
Hora: das 14h00 às 17h00
Local:
Professor responsável: Gerson Martins

Atividade: Mostra de Curtas e Oficina Knoforum /SP 2006
Assunto: Curtas da disciplina Sociologia da Comunicação
Hora: das 14h00 às 18h00
Local: Auditório Labcom
Professor responsável: Josimey Costa

Noite

Atividade: Abertura oficial da Semana de Comunicação.
Palestra: “Folkcomunicação: da periferia ao ciberespaço” – Evento em comemoração aos 40 anos da Folkcomunicação, disciplina esboçada na tese de doutoramento de Luiz Beltrão (Universidade de Brasília, 1967). Evento ligado ao Seminário INTERCOM`30:
Programação comemorativa dos 30 anos de fundação da Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação.
Palestrante: Prof. Dr. José Marques de Melo (Intercom, Cátedra Unesco/Metodista)
Hora: 20h00 às 21h00
Local: Auditório Casa da Indústria

Data: 13 de abril de 2007 (sexta-feira)

Manhã

Atividade: Oficina: “Expedição urbana. Técnicas etnográficas aplicadas ao Jornalismo”
Coordenador: Profa. Dra. Rose de Melo Rocha (ESPM/SP)
Hora: das 10h00 às 12h00
Local:
Professor responsável: Josimey Costa

Atividade: Visita Histórica
Hora: 10h00
Itinerário da Folkcomunicação: Diálogo Beltrão-Cascudo
Coordenadora: Maria Érica Oliveira Lima
Local: Memorial Câmara Cascudo

Tarde

Atividade: Palestra Dra. Betânia Maciel (UFRPE)
Hora: 14h00
Palestra: A Rede Folkcomunicação
Local: Auditório Labcom / DECOM / UFRN
Professor Responsável: Maria Érica

Atividade: Palestra Prof. Dr. Osvaldo Trigueiro (UFPB)
Hora: 15h00
Palestra: A pesquisa em Folkcomunicação
Local: Auditório Labcom
Professor Responsável: Maria Érica

Hora: 16h00
Atividade: Mostra de vídeo-documentário
Obra: “Ver & entender: Folkcomunicação” e “Biografia de Luiz Beltrão”.
Coordenador: Prof. Dr. José Carlos Aronchi
Local: Auditório Labcom / DECOM / UFRN

Atividade: Mostra de Curtas Europeus
Assunto: Curtas e debate com os alunos
Coordenador: Profa. Maria Érica
Hora: das 17h00 às 18h00
Local: Auditório LabCom
Professor responsável: Profa. Maria Érica

Noite

Atividade: Palestra – “Televisão regional e convergência das mídias”
Palestrante: Duílio Fabri Júnior (Gerente de Jornalismo da EPTV-Campinas, Prof. Fapacamp)
Hora: 20h00 às 21h00
Local: Auditório Casa da Indústria/FIERN
Professor responsável: Maria Érica

07 fevereiro 2007

BR 267/MS parece “queijo suiço”

A rodovia federal BR 267 no trecho entre a divisa de Mato Grosso do Sul com São Paulo (Presidente Epitácio) e o município de Nova Alvorada do Sul (MS) parece um verdadeiro queijo suiço. Há mais buracos por metro quadrado do que grão de areia na praia. É lamentável a situação em que se encontra a rodovia. É também um desrespeito ao cidadão que paga seus impostos e principalmente o IPVA. Onde está o dinheiro do IPVA para recapar esse trecho da rodovia?

A situação do trecho exige que o DNIT, órgão encarregado da manutenção das rodovias federais, realize, urgentemente, um recape total da rodovia. É inaceitável que o DNIT continue tapando os buracos. Neste período de chuvas, esses “remendos” não duram mais do que 2 horas.

A situação coloca em risco muitas vidas que trafegam pela BR 267 diariamente. Como se trata de um trecho onde não há curvas acentuadas, ao contrário é uma pista que possui longas retas pelo cerrado sul-mato-grossense, facilmente o motorista atinge a velocidade limite nas estradas federais e coloca em risco a vida das pessoas. Mesmo em velocidades bem inferiores ao limite, a situação da rodovia é criminosa.

O trecho da BR 267 entre Presidente Epitácio (SP) e Nova Alvorada do Sul (MS) é uma arma que o governo aponta para a cabeça da população a cada minuto.

29 janeiro 2007

Sistema de avaliação do MEC retoma capacitação de avaliadores


O INEP, instituição responsável pelo Sistema Nacional de Avaliação do Ensino Superior (SINAES), convocou para os dias 29 e 30 de janeiro o Grupo Básico de Multiplicadores para avaliar os primeiros processos de capacitação de avaliadores de curso e institucionais. O Grupo é composto de especialistas na área de avaliação e é responsável pela capacitação dos professores do Banco de Avaliadores do Sinaes - BASis. O BASis é o cadastro de professores que realizam os processos de avaliação. A composição do BASis é pública e foi divulgada no Diário Oficial da União por meio da Portaria MEC nº 1751 de 27 de outubro de 2006.

O processo de capacitação deve ser retomado com diversos cursos a serem aplicados nas principais capitais do país. Segundo informações do INEP, as avaliações de cursos e institucionais, conforme o novo modelo programado pelo Sinaes, deverá ter início no mês de março.

08 dezembro 2006

E a crise aérea continua!

E a crise aérea continua!
A despeito da mídia divulgar uma certa normalidade, no interior das salas de embarque não é o que se verifica.
Atrasos de mais de 2 horas são contumazes. Até por orientação da mesma mídia, os passageiros começam a exigir seus direitos. Depois de duas horas de atraso os passageiros têm direito a refeição. Depois de quatro horas, direito a acomodação em hotel com todas as despesas pagas.

Nos céus do Brasil pode-se perceber o quanto os vôos saem atrasados. Em capitais menores, vôos que deveriam sair no final da madrugada, decolam depois das 8 horas.

27 outubro 2006

Justiça Eleitoral manda InterTV Cabugi suspender transmissão


O TRE-RN determinou que a InterTV Cabugi, afiliada da Globo no Rio Grande do Norte, suspendesse o sinal por descumprimento de ordem judicial. Segundo o Blog de Thaisa Galvao, "somente às 17h00 o sinal da InterTV Cabugi foi cortado, por determinação da justiça eleitoral.
A sentença do juiz Raimundo Carlyle foi entregue à direção da emissora às 13h00, determinando que o sinal fosse cortado às 15h00. Como a emissora permaneceu com sua programação nornal, o juiz pediu reforço federal. Policiais federais foram à sede da emissora para exigir o cumprimento da lei".

Ainda segundo o Blog de Thaisa Galvão, "mesmo fora do ar, Cabugi exibirá propaganda eleitoral e debate entre os presidenciáveis. Significa que a emissora permanece fora do ar mas, como responsável pela geração da propaganda eleitoral, exibirá os programas eleitorais. Depois corta o sinal e retoma às 22h30 para exibir o debate. Em seguida sair do ar mais uma vez e só retorna amanhã, às 17h00".

O Blog informou ainda que "o advogado da coligação Vitória do Povo, Erick Pereira, explicou agora que a InterTV Cabugi só está fora do ar “porque o marketing de Garibaldi enviou à emissora um programa contendo propaganda ilegal”. Para Erick, se o marketing tivesse acatado a primeira sentença do juiz Raimundo Carlyle, determinando que não exibisse programa com participações de Antônio Jácome, Ricardo Motta e Adão Eridan, a emissora não teria sido punida."

13 outubro 2006

Bairro de Capim Macio abandonado e esquecido


Passado o período de chuvas, o inverno, o bairro de Capim Macio, em Natal, continua abandonado. Não há qualquer tipo de atividade da Secretaria Municipal de Urbanismo ou da Secretaria de Obras. O bairro não possui ruas pavimentadas e, assim como mais de 80% de Natal, não tem estrutura de saneamento. O abandono do bairro pelo poder público municipal, a despeito de ter o IPTU mais caro, é uma tragédia imposta aos moradores. O prefeito enche os bolsos com os impostos do bairro, mas não reverte qualquer tipo de serviço que beneficie os contribuintes. A coleta de lixo é realizada apenas 3 vezes por semana. Como em todas as grandes cidades brasileiras, a coleta deveria ser diária. Esse fato provoca inúmeros pontos de depósito de lixo nas ruas do bairro, que também não possuem serviço de manutenção, como o corte do mato.

Tudo indica que o prefeito atual despreza o bairro e não tem qualquer interesse na urbanização de Capim Macio.
Para informação geral, o bairro de Capim Macio está localizado na Zona Sul de Natal e serve de cartão de visita da cidade, pois os turistas que chegam atravessam o bairro em direção aos principais hotéis e pontos turísticos.

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Foto: Prefeito de Natal, Carlos Eduardo.